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quinta-feira, 20 de março de 2008

Paciência

Que Deus me conceda muita paciência
E que não venha em vão
Preciso de clareza e convicção
Um punhado de rosas
Ervas, chás, tranqüilidade
Almejo não perder a cabeça
Nem menos a razão
Não tenho motivos excepcionais
São todos irrelevantes
Orgulho e indignação
Preciso de um detergente
Um alvejante
Que limpe, deixe tudo branco
Especialmente cheiroso
Um cheiro bom
De cravo e canela
Alecrim e erva-doce
Suspiro e grito
Venha me salvar!
Venha sugar minha dor
Traga de volta teu calor
Meu amor!

Um comentário:

Rafael Pfarrius disse...

A paciência é uma virtude a que nunca me dei vontade de ter..dái-me paciência!!! Hahaha Bjokas Ana!!!

Presença!!